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27/09/2017

Setembro Verde: um chamado para a doação de órgão

Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HMAR promoveu ações de conscientização e palestra sobre o tema

CIHDOTT realizou ações em alusão ao Setembro Verde

A doação de órgãos é um ato sublime capaz de transformar um momento de dor em um momento de amor. E foi a necessidade de conscientizar e alertar a população sobre a importância da doação de órgãos que fez surgir o Setembro Verde, a Campanha Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos que convida as pessoas a conversarem com os familiares e amigos sobre o assunto.

A doação de órgãos e tecidos pode ocorrer após a constatação de morte encefálica, que é a interrupção irreversível das funções cerebrais, ou em vida. O doados falecido pode doar rim, coração pulmão, fígado, pâncreas e também tecidos como córnea, pele e ossos. O doador vivo é qualquer pessoa saudável que concorde com a doação de rim ou medula óssea e, ocasionalmente com o transplante de parte do fígado ou do pulmão para um de seus familiares. Atualmente, mais de 30 mil brasileiros aguardam por um transplante, segundo revelam dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

No dia 25/09, a Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do Hospital Memorial Arthur Ramos (HMAR) realizou uma ação de conscientização nos corredores do hospital, com entrega de material informativo. À noite, houve uma palestra com a médica da Organização de Procura de Órgãos (OPO) de Alagoas, Dra. Eleusa Farias, sobre o "Protocolo de condutas na suspeita de morte encefálica", abordando conceito, principais causas e diagnóstico de morte encefálica, além da doação, captação e transplante de órgãos e tecidos. No dia 28/09, a ação de conscientização aconteceu no ambulatório e recepção geral do HMAR.

"Hoje não é preciso deixar nada por escrito. É muito importante expressar em vida o desejo de ser um doador de órgãos para nossas famílias, pois no dia em que nos depararmos com a morte, nossa família conhecerá essa vontade e isso vai auxiliar na hora de autorizar, ou não, a doação. E quem sabe, dar esperança às pessoas que aguardam nas filas de transplante", reforçou a Dra. Eleusa Farias.

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